domingo, 17 de março de 2013

ENFIM COMEÇOU A TEMPORADA 2013

Largada em Melbourne 2013

             Finalmente a f1 voltou, e em grande estilo. Após um treino classificatório completamente maluco no sábado, eis que a corrida não deixou a desejar, com belas ultrapassagens e um aparente equilíbrio entre Red Bull , Ferrari , Lotus e a Mercedes.

  A largada
             Vettel largou na frente e viu seu companheiro Webber despencar de segundo para sétimo antes da primeira curva, Massa fez uma ótima largada e pulou para segundo tendo Alonso em terceiro, à essa altura Kimmi Raikkonen já estava em quinto após largar em sétimo, uma volta depois Kimmi fez uma belíssima ultrapassagem por fora em cima Lewis Hamilton assumindo a quarta posição.

Pit stops
A previsão da própria Pirelli de que os pneus não aguentariam muito tempo se concretizou, com apenas 5 voltas Button foi o primeiro a parar e até a volta 13 praticamente todos já haviam parado para a troca. Massa aproveitou bem esse momento e assumiu a liderança por algumas voltas, mas na sua segunda parada no pit Massa não foi bem e acabou perdendo posição para Alonso e Vettel. Os principais pilotos do grid optaram por fazer 3 paradas, a exceção foi Kimmi Raikkonen que fez apenas duas e se deu muito bem.

O finlandês da Lotus optou pela estratégia certa nos pits

 O homem de gelo brilha
Raikkonen que fazia uma boa corrida sempre estando entre os 5 primeiros, foi premiado por ter ousado em sua estratégia de corrida, fazendo apenas duas paradas, uma a menos que seus principais concorrentes, e no fim comemorou sua 20º vitória na categoria. 

Kimmi vence pela 20º vez na f1
Classificação final
  1. Kimmi Raikkonen
  2. Fernando Alonso
  3. Sebastien Vettel
  4. Felipe Massa
  5. Lewis Hamilton
  6. Mark Webber 
  7. Adrian Sutil
  8. Paul di Resta
  9. Jenson Button
  10. Romain Grosjean

domingo, 24 de fevereiro de 2013

ACIDENTE ESPETACULAR NA NASCAR

         
            Um acidente espetacular marcou a corrida de abertura da temporada 2013 da Nascar Nationwide, segunda divisão da Nascar, vários carros foram envolvidos no incrível acidente, os destroços se espalharam pela pista e também pela arquibancada.

Cena do acidente em Daytona Beach
           Era a última volta da corrida de Daytona Beach, na última curva houve o toque entre o primeiro e segundo colocados, daí em diante vários carros se envolveram no salseiro.

Vários torcedores ficaram feridos
           O carro 32 de Kyle Larson atingiu o alambrado e se partiu quase ao meio, seus destroços atingiram vários espectadores( mais de 20 ficaram feridos), 10 espectadores ainda estão internados em estado grave.
         
          Confiram o vídeo do acidente no link abaixo:

        Incrível acidente em Daytona Beach!

domingo, 25 de novembro de 2012

É CAMPEÃO!





                           Após corrida disputadíssima do início ao fim, Sebastian Vettel se tornou o mais jovem tricampeão da história da f1...
                           Mas quem pensa que foi fácil se engana, Vettel caiu para último lugar na primeira volta após receber um toque lateral de Bruno Senna, e com uma reação espetacular já estava em sétimo após sete voltas! Daí em diante ele foi super cauteloso na prova e no fim comemorou o título mesmo tendo ficado apenas em sexto.                                
                            Parabéns ao jovem alemão da equipe Red Bull!!!
                           O vice campeonato ficou com Fernando Alonso e o terceiro lugar na classificação geral com o surpreendente Kimmi Raikkonen.

                       O resultado do GP Brasil foi o seguinte:

  1. Jenson Button
  2. Fernando Alonso
  3. Felipe Massa
  4. Mark Webber
  5. Nico Hulkenberg
  6. Sebastian Vettel
  7. Michael Schumacher
  8. Jean Eric Vergne
  9. Kamui Kobayashi
  10. Kimmi Raikkonen

sábado, 24 de novembro de 2012

tudo sobre automobilismo : ADEUS SCHUMACHER!

tudo sobre automobilismo : ADEUS SCHUMACHER!:                   Schumacher na sua época de ouro na Ferrari                    Além de decidir o campeonato de 2012 o GP Brasil desse...

ADEUS SCHUMACHER!

                 
Schumacher na sua época de ouro na Ferrari
                   Além de decidir o campeonato de 2012 o GP Brasil desse ano, vai presenciar novamente um fato histórico, a aposentadoria do heptacampeão Michael Schumacher, portanto vou apresentar um pequeno resumo da carreira desse alemão que fez história no automobilismo mundial.

                                                                       O início
                   Com apenas quatro anos, Schumacher ganhou seu primeiro kart, na pequena cidade de Kerpen, na Alemanha, onde seu pai administrava o kartódromo da cidade e onde o piloto começou a carreira. Apesar de sonhar em ser jogador de futebol, começou a competir com quatorze anos, iniciando sua carreira profissional aos vinte e dois anos.


                                                   Fórmula de protótipos e DTM

Após anos de competições, em 1990, Michael foi escolhido em um programa de formação de jovens pilotos promissores financiado pela Mercedes-Benz. Teve como companheiros o alemão Heinz Harald Frentzen e o austríaco Karl Wendlinger. Terminou o campeonato em quinto.
No final do ano, para aprimorar seu ritmo de corrida, a montadora decidiu dar-lhe um carro para o encerramento da temporada do DTM, em Hockenheim. Carro oficial, de fábrica, número 65. Mercedes-Benz 190 E 2.5/16 Evo 2, vencedor de cinco corridas no ano. Mesmo com o equipamento competitivo, Schumacher conseguiu só o 15º tempo nos treinos, quase 5s atrás do pole, Jelinski, da Audi.
A corrida do jovem piloto durou apenas uma curva, mas uma curva que mudou a história daquela temporada. Michael bateu na traseira do BMW de Johnny Cecotto, líder do campeonato, que brigava pelo título com Hans Von Stuck. Com o abandono do venezuelano, Stuck venceu as duas provas, ficando com a taça. Schumacher, com o carro destruído, sequer pôde correr na segunda bateria. E o autódromo, lotado, sequer imaginava que aquele novato atrapalhado seria aclamado anos depois.
Schumacher seguiu com a Mercedes em 1991. Disputou novamente o Mundial de Protótipos, vencendo uma corrida em Autópolis, no Japão. No meio do ano, mais uma oportunidade para correr no DTM. Seria no veloz circuito de rua de Norisring. Schumacher teve uma vez mais um carro oficial de fábrica, da equipe Zakspeed, com o francês Fabien Giroix e o alemão Roland Asch como companheiros. Asch fez a pole e largou na frente na primeira bateria. Schumacher foi apenas 19º no grid, terminando a corrida em 24º. Vitória do dinamarquês Kurt Thiim, da equipe... Mercedes. Com problemas mecânicos, Michael pouco correu na segunda prova do dia 30 de junho de 1991.
Um mês depois, na pista montada no aeroporto de Diepholz, Schumacher voltou a ocupar um Mercedes no Alemão de Turismo. Da mesma equipe Zakspeed, carro número 20. Nos treinos, a mísera 21ª colocação. Pole-position para Jacques Laffite, também da Mercedes. E abandono para Schumy, logo no começo. Na segunda bateria, largando novamente em 21º, uma atuação discreta até o 14ª lugar, posição final.
Os companheiros de Schumacher, Wendlinger e Frentzen, ingressaram na Fórmula 1 por intermédio da Sauber Mercedes, mas a estreia de Schumy seria antecipada.

                                         Participação na Fórmula 3000 Japonesa
Jochen Neerpash permitiu que Schumacher participasse, no verão no hemisfério norte de 1991, da Fórmula 3000 japonesa, a assim chamada Fórmula Nippon, pela Scuderia Suntory Team Le Mans, em um Ralt RT23 - Mugen MF308. Em Sugo, Schumacher fez uma boa corrida, chegando em segundo lugar, atrás do norte americano Ross Cheever.
                                               
Schummy em sua corrida de estreia na f1 pela Jordan
                                                                    A Era Benetton
Em 1991 o piloto belga Bertrand Gachot foi preso por envolvimento em um acidente de trânsito (falarei mais sobre esse acidente futuramente). Sua equipe, a Jordan, ficou com uma vaga, que Schumacher assumiria no GP da Bélgica. Schumacher foi convidado a disputar a prova e em apenas uma corrida chamou a atenção de Flávio Briatore ao conquistar a sétima posição no grid de partida (a melhor posição do grid conquistada pela equipe Jordan no ano). Seu desempenho durante a prova, que não chegou a terminar, foi o suficiente. Briatore despediu o piloto brasileiro Roberto Pupo Moreno e contratou Schumacher, formando dupla com o tricampeão Nelson Piquet na Benetton.

aqui já com o macacão da equipe Benetton

Schumacher testando um Jordan 191
Apesar de não marcar nenhuma pole-position, tanto na temporada de 1992 quanto na de 1993, Schumacher venceu uma corrida, terminando em terceiro e quarto nos respectivos campeonatos.
Em 1994, conquistou seu primeiro título mundial por apenas um ponto quando, após diversas polêmicas envolvendo as equipes Williams e Benetton, culminando no GP da Austrália onde colidiu seu carro contra o de Damon Hill, numa controversa manobra. Neste mesmo ano, Schumacher havia sido banido por duas corridas. A FIA, no entanto, foi acusada pela equipe Benetton de favorecer a Williams, tentando tornar a temporada mais competitiva. Ainda assim, é campeão pela primeira vez e a equipe Benetton consegue também estrear um piloto campeão, apesar de falhar com o título de construtores.

batida proposital em Damon Hill em 1994 deu lhe o título naquele ano
Mas a suspeita de irregularidades em várias equipes relativas a presença de ajuda eletrônica foi indicada após investigação envolvendo Ferrari, McLaren e Benetton. Nos treinos para o GP da Europa, em Aida, a Ferrari admitiu ter usado controle de tração em seus dois carros, mas se retratou garantindo que não mais usaria o dispositivo eletrônico. Não houve punição por parte da FIA. Em Ímola (corrida que vitimou Ayrton Senna), a FIA encontrou softwares ilegais nos carros da Benetton e McLaren que inicialmente haviam-se negado a entregar os seus código fonte. No entanto, beneficiando-se de uma brecha no regulamento - que dizia que os dispositivos jamais poderiam ser usados durante os GPs, mas não especificava sobre a possibilidade de existência dos mesmos -, a Benetton não pôde ser formalmente acusada, pois não houve provas de que esses mecanismos tenham sido usados nos eventos oficiais. Já a Mclaren, apesar de constatado o uso de um software ilegal durante o GP de San Marino não foi condenada pois a FIA considerou que a equipe acreditava que o dispositivo não era ilegal. Uma posterior investigação estava por ser iniciada quando a FIA descobriu que o técnico contratado tinha vínculos com a Benetton.
A única infração comprovada foi a respeito da bomba de gasolina: no GP da Alemanha daquele ano, o carro de Jos Verstappen - veja o vídeo no link:  Fogo na Benetton de Jos Verstappen em 1994!!! (companheiro de Schumacher na Benetton) foi incendiado: segundo a investigação da FIA, a remoção do filtro de segurança aumentava a fluência da gasolina para mais de 13 litros por segundo, ganhando 1 segundo em média por parada—suspeita-se que a Benetton e Schumacher obtiveram vantagens através deste artifício naquele ano em corridas anteriores ao GP da Alemanha, inclusive o GP do Brasil, quando superou Senna nos boxes. Na audiência da World Motor Sport Council, que julgou a questão da ausência do filtro de combustível foi elucidado, entre outras questões, que o time Benetton recebeu uma carta enviada pelo fabricante (Intertechnique) da bomba de combustível instruindo a remover o filtro de combustível. A Benetton ainda afirmou que Charlie Whiting, chefe do departamento técnico da Fórmula 1, havia autorizado a retirada do filtro de combustível, apesar de não ter sido apresentada nenhuma autorização por escrito pela equipe. Também concluiu-se que outras quatro equipes, cujos nomes não foram citados, estavam operando sem o filtro de combustível. A FIA decidiu não punir a Benetton e as demais equipes envolvidas desde que o filtro não fosse mais removido.
Ainda houve outras punições impostas a Schumacher nesta temporada.
No Grande Prêmio de Silverstone, casa de seu adversário, foi punido com um "stop and go" de cinco segundos por ultrapassagem em volta de apresentação. Schumacher daria 7 voltas na pista sem entrar nos boxes, o que motivou posterior desclassificação. Mesmo assim, Schumacher não abandonou o GP, cumprindo o stop&go nas voltas finais: a ideia de Flavio Briatore era que Schumacher, com tal punição, conseguisse o segundo lugar, mas o piloto perderia os pontos.
Esta decisão sofreu apelação pela equipe Benetton e foi anulada ainda durante a corrida, mas, apesar de anulada, acarretou nova punição inédita: banimento por duas corridas devido a desrespeito à bandeira preta. Um fato que coincidiria com as suspeitas dos dispositivos eletrônicos foi que a Benetton decidiu usar o carro reserva em ambas as etapas.
Nova polêmica foi no GP da Bélgica: uma surpreendente punição com desclassificação por possuir o assoalho do carro com desgaste um milímetro superior à margem de tolerância permitida no regulamento. A Benetton alegou que uma rodada de Schumacher e subseqüente passagem em caixa de britas durante a corrida teria alterado a medida. A FIA não aceitou as explicações e manteve a punição.

Benetton Ford B194, carro que consagrou Michael Schumacher campeão mundial de F1 pela primeira vez na carreira.
Apesar das várias punições polêmicas e da guerra entre Benetton e FIA, pela primeira vez na história um piloto alemão foi consagrado campeão da Formula 1, e surpreendentemente com os motores Ford (algo que parecia impossível desde 1982 e que continua a ser nas temporadas atuais).
Em 1995, o piloto continua na equipe Benetton, agora equipada com motores Renault mais potentes do que no ano anterior, e sagra-se bicampeão mundial com relativa facilidade. Este ano foi marcado pela espetacular vitória no GP da Bélgica, em que largara do décimo sexto lugar. Sua equipe torna-se campeã entre os construtores.

                                                            A era Ferrari
                                                             1996 a 1999
Em 1996 o alemão transfere-se para a Ferrari, com a meta de quebrar o jejum da tradicional equipe: nenhum piloto havia sido campeão pilotando uma Ferrari nos 17 anos anteriores: depois do título de 1979, os melhores resultados foram os vice-campeonatos de 1982 e 1990. Entre os construtores, a equipe não terminava em primeiro desde 1983. Porém, a equipe vinha em franca ascensão: depois de passar três anos (entre 1991 e 1993) sem vencer uma corrida, a Ferrari, que havia contratado Jean Todt, foi a única marca fora Benetton e Williams a vencer GPs em 1994 e 1995.

Schumacher celebrando o segundo lugar no GP da Alemanha 1997
Schumacher levou toda sua equipe técnica da Benetton (liderados pelo estrategista Ross Brawn). Em sua primeira corrida pela equipe italiana (Austrália), largou em quarto (atrás de seu companheiro, Eddie Irvine) e abandonou após trinta e duas voltas, devido a problemas em seus freios. Na corrida seguinte (Brasil), voltou a largar em quarto e, após um duelo com Rubens Barrichello, conquistou seu primeiro pódio pela Ferrari, ao completar a prova de Interlagos em terceiro. Na terceira etapa (Argentina), largou na primeira fila (segundo, ao lado de Damon Hill, o pole), mas não completou a prova devido a problemas mecânicos. Na quarta etapa (Europa), largou em terceiro e chegou em segundo, colocação final que repetiu na etapa seguinte (San Marino, onde conquistou sua primeira pole pela Ferrari).
Em Mônaco, cravou nova pole-position, mas bateu ainda na primeira volta (nesta prova, apenas quatro carros chegaram ao fim, e o vencedor foi o francês Olivier Panis, com um Ligier!!!). Finalmente, na sétima etapa (Espanha), em 2 de junho de 1996, o alemão conquistou sua primeira vitória pela Ferrari, após largar em terceiro e dar um show de pilotagem debaixo de forte chuva. No restante da temporada, Michael conseguiu mais duas vitórias (Bélgica e Itália), somando, ao final da temporada, cinqüenta e nove pontos e finalizando o certame na terceira colocação, atrás somente dos pilotos da Williams, Damon Hill (campeão, com noventa e sete pontos) e Jacques Villeneuve (vice-campeão, com setenta e oito pontos).

Schumacher contra David Coulthard no GP da Inglaterra 1998
O campeonato de 1997 foi problemático para Schumacher. Na última corrida do ano, ele jogou seu carro contra o de  Jacques Villeneuve - veja o vídeo no link: Schumacher joga o carro pra cima de Villeneuve!!!, tentando tirar seu rival da competição, mas falhou e perdeu a corrida. A FIA entendeu que sua manobra foi antidesportiva e retirou-lhe o vice-campeonato (mas sem tirar-lhe os pontos e vitórias conquistadas). No final Villeneuve ficou com o título.
Em 1998, Schumacher foi vice-campeão e viu o piloto finlandês Mika Hakkinen, da Mclaren, sagrar-se campeão mundial de Fórmula 1 pela primeira vez. A temporada, no entanto, foi disputada até a última etapa, e poderia ter dado o tricampeonato para Schumacher se David Coulthard - veja o vídeo no link:  Coulthard x Schumacher Spa 1998!!!, no GP de Spa - Bélgica, não houvesse atirado com o alemão para fora de prova quando ia receber uma volta, num grande prêmio disputado sobre um enorme dilúvio. Anos mais tarde, em 2003, após acidente semelhante envolvendo Fernando Alonso e David Coulthard, desta vez como vítima, o piloto escocês insinuou que causara o acidente de Spa intencionalmente, dando assim o título de pilotos ao companheiro de equipe.
Em 1999, o piloto acidentou-se durante a primeira volta após a primeira largada do GP da Inglaterra, quando as rodas dianteiras travaram, impedindo o controle do carro que bateu violentamente no muro protegido por pneus. Schumacher fraturou a perna direita e ficou de fora de sete corridas, tendo perdido de forma irremediável o campeonato. Nessas sete corridas foi substituído pelo finlandês Mika Salo. Outro finlandês, Mika Hakkinen, sagrou-se bicampeão. O companheiro de Schumacher, o piloto norte-irlandês Eddie Irvine foi vice-campeão. Contudo Schumacher regressou a tempo das duas últimas corridas e ajudou a Ferrari a sagrar-se campeã de construtores após dezesseis anos sem títulos.

                                                                    2000 a 2004

Schumacher em Indianápolis 2004 durante o Gp dos Estados Unidos
Entre os anos de 2000 e 2004 ganhou cinco títulos consecutivamente, feito nunca obtido antes, nem mesmo por Juan Manuel Fangio. E de 1999 a 2004 sua equipe conquistou seis títulos consecutivos de construtores, um feito também inédito, graças em grande parte aos esforços de Michael Schumacher e sua equipe,Ross Brawn, Aldo Costa, Jean Todt, Rory Byrne, Rubens Barrichello e vários outros.
Nesse período, em 2002 e em 2004, Schumacher ganha os campeonatos, conquistando diversos recordes, muitos deles inéditos. Em 2002, houve uma polêmica na corrida da Áustria ( lembram-se do "hoje não... hoje não... hoje sim!!!" de Cléber Machado) veja o vídeo dessa manobra  no link: Hoje não... Hoje não... Hoje sim... , em que a Ferrari obrigou Rubens Barrichello, seu então companheiro de equipe, a entregar a vitória a Schumacher. Rubinho o fez após a última curva, antes da linha de chegada. Apesar de ter sido feito por diversas vezes na história da categoria, o jogo de equipe, neste caso provocou uma intensa vaia no pódio, justificados pelo campeonato ainda em seu início e pela proximidade com a bandeirada final, fato que se fez sentir ainda mais quando Schumacher, envergonhado, trocou de lugar no pódio com Barrichello.
                                                                     2005 e 2006

Schumacher no GP do Canadá em 2005
Em 2005 Schumacher vence uma corrida, o GP dos Estados Unidos, disputado por apenas seis carros, após todos os carros equipados com pneus Michelin terem abandonado a corrida já que seus pneus não ofereciam garantias de segurança na curva que antecede a reta da meta. Com um carro problemático, em função da nova regra de pneus, termina a temporada na terceira colocação, atrás do espanhol Fernando Alonso e do finlandês Kimmi Raikkonen.
Em 2006 perdeu seu derradeiro campeonato para Fernando Alonso, numa disputa acirrada com o espanhol, que mostrou que assim como Schumacher era um piloto muito rápido, constante e com raros erros em 2006. Superou a marca de pole positions de Senna e protagonizou, no GP de Mônaco, mais um acontecimento polêmico em sua carreira. Michael Schumacher ficou com sua Ferrari parada na saída da curva Rascasse, provocando uma bandeira amarela no local e prejudicando teoricamente a volta de seu principal adversário, o espanhol Fernando Alonso. Apesar de conquistar a pole-position, os comissários decidiram, após quase oito horas de reunião e análise, que ele deveria ser punido, largando da última posição. Esta Punição foi rebatida pelo chefe de equipe Jean Todt que alegou ter sido imposta sem qualquer evidencia real e apesar de o piloto ter feito nesta volta a melhor primeira parcial da qualificação. No GP de 2007 este mesmo incidente gerou nova discussão após o também piloto da Ferrari, Kimi Raikkonen, ter ficado preso no mesmo ponto do circuito, ainda que neste caso o carro tinha sido danificado na curva anterior. Apesar da punição, no dia seguinte conseguiria acabar a corrida em quinto lugar em uma de suas mais impressionantes performances. Sua última corrida foi no GP Brasil 2006, realizado em Interlagos, São Paulo, em 22 de Outubro de 2006. Apesar de ter tido vários problemas com sua Ferrari, o alemão fez questão de brindar todos os fãs de Fórmula 1 com uma das suas mais inesquecíveis corridas, realizando uma série de brilhantes ultrapassagens que o levaram a um quarto lugar final. Michael Schumacher se aposentou da Fórmula 1 conquistando praticamente todos os mais importantes recordes da categoria.
O ano de 2006 foi a última temporada de Schumacher, e foi, segundo muitos especialistas, uma de suas melhores temporadas. Tanto ele como Alonso tiveram problemas mecânicos durante o campeonato, e a vantagem em desempenho do carro Renault no início de 2006 foi revertida em favor da Ferrari após polemicamente a FIA banir os amortecedores de massa utilizados pela Renault. No final ambos tiveram equipamento relativamente equilibrado pra disputar o campeonato que só foi decidido em Interlagos.
                                                             Após a Fórmula 1
                                                                       2007
Recebeu o Prêmio Príncipe das Astúrias, concedido pela Fundación Príncipe de Asturias, na cidade de Oviedo, na Espanha.
Em novembro, participou dos treinos pós-temporada na Espanha, pilotando o modelo utilizado pela Ferrari em 2007 (F2007), que deu o título de pilotos ao finlandês Kimmi Raikkonen. Também em novembro veio ao Brasil participar do "desafio das estrelas de kart" , realizado no Kartódromo dos ingleses, em Florianópolis. Sagrou-se campeão geral, fazendo o melhor tempo da competição, e vencendo a primeira das duas baterias disputadas. Na segunda bateria, após inversão das posições, largando em oitavo por ter sido vencedor da primeira bateria, chegou a disputar a liderança, porém envolveu-se em um toque com o então líder da corrida, Thiago Camilo (piloto da Stock car), perdendo posições e chegando em sexto. Disputaram com ele diversos pilotos de várias categorias, entre eles Nelsinho Piquet, Felipe Massa, Rubens Barrichello, Luciano Burti, Lucas di Grassi e outros pilotos brasileiros de renome.
                                                                        2008
Schumacher volta a participar  do Desafio das Estrelas, mas não consegue obter a vitória como no ano anterior. Na primeira bateria, largando em quarto lugar, perde posições na largada, e volta a se recuperar durante a prova, mas comete um erro e perde o controle ao passar por uma zebra, logo após ultrapassar Rubens Barrichello e assumir a segunda posição. Após rodar, tem seu kart atingido e a carenagem danificada. A prova acabou sendo encerrada antes do tempo por causa da chuva, com a vitória de Barrichello e Michael finalizando em quarto lugar.
Na segunda bateria Schumacher abandonou a corrida, por problemas no seu kart. Felipe Massa, seu ex-companheiro de Ferrari, venceu a prova. O campeão do evento acabou sendo Barrichello pela somatória dos resultados.

Schumacher testando sua Mercedes em Jerez 2010
[editar]                                                                       2009
Após acidente com o piloto Felipe Massa, durante o treino classificatório para o GP da Hungria, em que foi atingido na cabeça por uma mola que escapou do carro de Rubens Barrichello, Michael Schumacher chegou a ser anunciado como substituto enquanto o piloto brasileiro estivesse afastado. Ainda no hospital, Felipe Massa aceitou bem a decisão da substituição temporária por Schumacher. Porém com fortes dores no pescoço causadas por um acidente de moto em fevereiro e sem poder testar o Ferrari F60, Schumacher desistiu de voltar a F1. O substituto inicial de Felipe Massa foi o italiano Luca Badoer mas Giancarlo Fisichella assumiu o posto a partir do Grande Prêmio da 
Itália.

                                                                     2010 a 2012 

em seu retorno à f1 apenas um pódio em 3 anos
              Retornou a f1 em 2010 pela equipe Mercedes prometendo título, porém não conseguiu repetir suas grandes apresentações de outros tempos...
O adeus do alemão!!!
     Apesar de odiado por muitos e amado por outros não podemos negar que ele foi, e é, até hoje o principal personagem da história da f1.
                                                              Valeu Alemão!!! 

colaborou: Wikipédia

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

tudo sobre automobilismo : RAIO X: VETTEL OU ALONSO, QUEM LEVA O TÍTULO?

tudo sobre automobilismo : RAIO X: VETTEL OU ALONSO, QUEM LEVA O TÍTULO?:                   Interlagos largada em 2011                     Neste fim de semana o GP Brasil de fórmula 1 decidirá mais uma ve...

RAIO X: VETTEL OU ALONSO, QUEM LEVA O TÍTULO?

                 
Interlagos
largada em 2011
                    Neste fim de semana o GP Brasil de fórmula 1 decidirá mais uma vez o campeão mundial. Vettel e Alonso disputam o troféu, então resolvi fazer deste post um comparativo entre essas duas feras.
                   Confira os números de cada piloto a seguir:

Vettel
     Sebastian Vettel é nascido em 3 de Julho de 1987 em Heppenheim na Alemanha. É o mais jovem campeão e bicampeão da história da f1, tentando agora ser o mais jovem tricampeão aos 25 anos! Desde sua primeira vitória na categoria pilotando uma STR na Itália em 2008 que todos tinham certeza que esse garoto tinha um futuro brilhante.
N° de largadas: 98
Poles: 37
Pódios: 46
Vitórias: 26
Títulos: 2
Alonso
   Fernando Alonso é nascido em 29 de Julho de 1981 em Oviedo na Espanha. Era o mais jovem campeão e bicampeão da história f1 até ser superado por Lewis Hamilton em 2009 e depois por Vettel em 2010 e 2011, para muitos é considerado um dos pilotos mais completos de todos os tempos!
N° de largadas: 193
Poles: 22
Pódios: 83
Vitórias: 30
Títulos: 2

            Façam suas apostas, para Vettel ser tri basta chegar entre os 4 primeiros não importando a posição de Alonso. Já Alonso tem que vencer e torcer para que Vettel chegue no máximo em quinto. Vettel tem 273 pontos contra 260 de Alonso no campeonato.
            Lembrando que a equipe RBR já conquistou o título de construtores desse ano com uma corrida de antecipação.
            PS: A previsão é de chuva para a hora da corrida em São Paulo!!!